Uma campanha de impacto
Impressionante a campanha que uma administradora de estradas no sul da Inglaterra criou para que os motoristas usem sempre o cinto de segurança.
Slogan muito bem pensado: “Abrace a Vida” (Embrace Life).
Confira:
Impressionante a campanha que uma administradora de estradas no sul da Inglaterra criou para que os motoristas usem sempre o cinto de segurança.
Slogan muito bem pensado: “Abrace a Vida” (Embrace Life).
Confira:
Magistral a campanha da ONG tcktcktck e do Greenpeace durante a última Conferência Climática da ONU em Copenhague, na Dinamarca.
Nela, são mostrados alguns líderes mundiais (inclusive o nosso presidente) com a cara que teriam em 2020, com o objetivo de chamar a atenção da população para a necessidade de se agir agora com relação aos problemas ambientais e não deixar para depois.
A frase da campanha é bastante contundente: “I’m sorry. We could have stopped catastrophic climate change… we didn’t” (Sinto muito, nós poderíamos ter parado a mudança catastrófica no clima… mas não o fizemos).







A UNICEF (Fundo das Nações Unidas para a Infância) criou uma campanha de conscientização bastante interessante e inusitada, com o objetivo de chamar a atenção da mídia e também para arrecadar fundos.
Em Nova York, resolveram colocar uma vending machine para vender água num local de grande movimento. Até aqui, sem grandes novidades, se não fosse pelo produto oferecido: água suja. As opções de compra para o consumidor eram as seguintes: malária, dengue, cólera, tifóide, hepatite, desinteria, salmonela e febre amarela.
A idéia da UNICEF era chamar a atenção das pessoas para um problema grave que ocorre principalmente em países em desenvolvimento: a morte de crianças menores de cinco anos por ingestão de água contaminada (segunda maior causa de mortes em crianças desta idade).
A campanha foi tão inusitada que gerou publicidade positiva em diversos meios de comunicação, como jornais, blogs, TVs e rádios. A divulgação ajudou a aumentar o conhecimento do Tap Project, programa lançado pela UNICEF em 2007 em Nova York.

A idéia do projeto é estimular os norte-americanos a doarem US$ 1,00 em restaurantes pela água que tomam de graça (nos EUA é prática comum tomar água da torneira em restaurantes). Segundo a UNICEF, este valor é suficiente para que uma criança tenha água potável por 40 dias.
Mais uma vez, mostrou-se que uma boa estratégia de marketing pode ser aplicada em qualquer tipo de negócio ou mercado. A divulgação da UNICEF foi bastante inovadora, usando uma linguagem simples e direta. Além disso, também foi inteligente ao utilizar uma vending machine para chamar a atenção do público em geral, uma vez que todos nós consumimos água, refrigerante e sucos nestas máquinas e pagamos um valor baixo por estas bebidas, o que se torna um argumento forte para conseguir doações.
Confira o vídeo da ação em Nova York:

A cidade de Johannesburg fez um trabalho bastante interessante de branding em conjunto com a consultoria Interbrand para construir uma identidade única.
Uma das ações foi pesquisar a forma como as pessoas se identificavam com a cidade, que era chamada carinhosamente como “Joburg”. Esta identificação acabou sendo escolhida para o logo oficial de Johannesburg, com o objetivo de identificar seus serviços públicos, eventos e publicações. O logo é bastante jovial e atual, modernizando a imagem da cidade perante seus habitantes. A forma profissional como foi feito o trabalho de identidade de marca serve de inspiração para nossas cidades brasileiras.
Em São Paulo, por outro lado, diferente do que ocorreu na cidade sul-africana, é comum haver troca de logos a cada uma das administrações que passam por aqui. Existe, é claro, o símbolo oficial da Prefeitura de São Paulo (mostrado ao lado) – que havia sido esquecido e que agora voltou a ser usado – porém, não há um logo mais moderno e que pudesse identificar ações da prefeitura, principalmente em eventos culturais e de grande visibilidade.
A única vez que foi feita uma iniciativa neste sentido foi quando houve a comemoração dos 450 anos da cidade de São Paulo, em 2004. Naquele ano, criou-se um logo que foi largamente utilizado e divulgado. Porém, como se tratava obviamente de uma comemoração pontual, foi devidamente descartado após o final da festa.
Seria interessante, portanto, assim como foi feito como foi feita a escolha do apelido “Joburg”, escolher o nome “Sampa” para identificar São Paulo, o que ganharia a simpatia dos paulistanos. Tanto o símbolo oficial (o brasão da prefeitura), quanto o logo, poderiam conviver harmonicamente. O oficial poderia continuar a ser usado em publicações, nos ônibus, editais, no Diário Oficial do Município e assim por diante. Já o logo “Sampa” poderia ser usado nos eventos, comerciais de TV, folhetos etc., fazendo toda a comunicação mais direta com a população.
Esta seria uma forma de divulgar São Paulo no Brasil e no exterior, renovar sua marca, ganhar a simpatia e recobrar o orgulho de seus habitantes. No entanto, o novo logo não poderia durar só até as próximas eleições.
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