Category: Internet

A história do Facebook

Por Antonio Pedro, 25 de julho de 2010 19:30

Continuando no assunto de mídias sociais, em outubro irá ao ar nos EUA um filme que contará a história do Facebook. Bastante interessante o trailer, confiram:

P.S: Só depois de publicar este post é que me dei conta. Esclareço: o vídeo das mídias sociais eu vi pela primeira vez no curso de branding que estava fazendo (ok, ok, por meio duma forma tradicional de comunicação). Depois, recebi este trailer por email, procurei no Youtube e publiquei num blog! Que salada?! Agora só falta você compartilhar numa rede social e fazer um tweet…

Mídias Sociais: uma revolução

Por Antonio Pedro, 19 de julho de 2010 0:27

midias_sociais

Quando a internet surgiu, nos anos 1990, a interação do usuário com os aplicativos era totalmente nova, mas ainda pouco colaborativa. As pessoas se conectavam para acessar conteúdo, descobrir novas informações, baixar softwares e se comunicar por meio de emails.

Com o tempo, houve uma evolução na forma de interação dos internautas com os aplicativos. Num movimento batizado de Web 2.0, as pessoas começaram a deixar de ser passivas diante da nova tecnologia, como o faziam com suas TVs e rádios, passando a ser protagonistas.

Um grande impulso para esta mudança de mentalidade e atitude foi o surgimento das mídias sociais, que rapidamente se espalharam pelo mundo com uma velocidade impressionante. Enquanto o rádio demorou 38 anos para atingir 50 milhões de usuários, o Facebook agregou 200 milhões em apenas um ano.

O que as mídias sociais possibilitaram foram novas formas de comunicação e expressão que antes estavam represadas. Hoje, qualquer um pode ter seu próprio jornal (um blog, como este), saber o que acontece no mesmo instante (no Twitter), acompanhar o que seus amigos estão fazendo (no Facebook) ou atualizar seus contatos profissionais (no Linkedin).

Esta nova forma de interagir com a internet muda a maneira como as empresas se relacionam com seus clientes. Antes, a comunicação era de via única, não havendo uma preocupação muito grande com o feedback dos consumidores. Somente por meio de instrumentos formais, como pesquisas ou SAC, eram conhecidas as percepções, o que ocorria apenas em momentos bem definidos.

Hoje, milhares comentam sobre produtos e marcas, avaliam o tempo inteiro o serviço a que foram expostos e postam tudo na internet, de forma pública, para todos verem. E o meio mais comum para isso são as mídias sociais.

Ou seja, ignorá-las já não é mais uma opção. Será determinante, daqui para a frente, entendê-las e usá-las a seu favor, estabelecendo um diálogo com seus consumidores, de forma a deixar a relação mais transparente e confiável. As mídias sociais, portanto, vieram para modificar a esta relação e quem souber sair na frente, terá uma vantagem considerável.

Confiram o vídeo abaixo que exemplica muito bem a revolução das mídias sociais:

Mac vs PC

Por Antonio Pedro, 24 de junho de 2010 0:00

mac

vs

windows

De uma forma bem humorada, a Apple da Inglaterra fez uma série de comerciais para mostrar sua superioridade versus os PCs.

Nos vídeos, os dois computadores são personificados, sendo que o PC é mostrado como um gordinho de terno e gravata, enquanto o Mac é mais descolado e informal, de jeans e camiseta, uma bela forma de mostrar o espírito por trás das duas tecnologias.

Na realidade, a Apple está aproveitando para alfinetar a Microsoft, a principal empresa que provê softwares para PCs, já que nos comerciais também são abordados diversos aspectos relacionados ao Windows (como segurança, vírus, dificuldade de uso, drivers etc.).

A única coisa que eles não contam é que o preço do Mac não tem graça nenhuma…

Confiram:



Como fazer marketing pensando fora da caixa

Por Antonio Pedro, 11 de maio de 2010 0:08

A T-Mobile, operadora inglesa de celulares, juntamente com a agência Saatchi & Saatchi, criaram uma campanha bastante inovadora para divulgar o novo posicionamento da empresa de telefonia: life’s for sharing (a vida é para compartilhar).

Para poder refletir o novo equity da marca, a agência plantou diversos dançarinos profissionais numa estação de Liverpool, sem que os transeuntes soubessem do que se tratava. Quando menos esperavam, uma música alta começou a tocar e as pessoas a dançarem. O resultado não poderia deixar de ser surpreendente: todos ficaram estupefatos com o que estava acontecendo, felizes com a surpresa e curiosos para saber do que se tratava a coreografia.

A campanha foi uma forma inteligente de chamar a atenção do consumidor e que depois virou um viral na internet, tendo sido vista por mais de 20 milhões de internautas no YouTube!

Seguindo o sucesso desta primeira coreografia, a T-Mobile criou outras sequências, igualmente interessantes. Uma das ideias foi colocar um telão na Trafalgar Square, praça no centro de Londres, onde uma multidão podia fazer um karaokê coletivo. Algo bastante inusitado, já que diversos microfones foram distribuídos para as pessoas, que se empolgaram cantando canções do Beatles e de outros grupos famosos.

Estas ações da operadora inglesa foram formas criativas de espelhar o posicionamento da marca, mostrando de forma lúdica o life’s for sharing. Ou seja, foi inovadora, mas ao menos tempo fiel à mensagem que a empresa queria passar ao seus consumidores. Isso é o mais importante, porque nem sempre as duas coisas andam juntas. Ora a campanha é criativa, mas não tem a ver com a marca, ora ela é fidedigna ao posicionamento, mas insossa. Com certeza, não foi o caso da T-Mobile.

Confira os vídeos:

1) Dança da T-Mobile

2) Karaokê na Trafalgar Square

Novo Facebook?

Por Antonio Pedro, 17 de fevereiro de 2010 0:44

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Quer colocar seu produto no mercado?

Por Antonio Pedro, 17 de fevereiro de 2010 0:42

A internet surgiu como uma plataforma de comunicação entre indivíduos – de forma fácil e instantânea – por meio de uma rede potente de computadores interligados entre si. Desde a sua criação, estas formas de interação foram se sofisticando e intensificando, chegando-se ao conceito conhecido de Web 2.0,  nome dado a uma nova fase da internet, mais democrática, interativa e colaborativa.

Neste contexto, surgiram inúmeras redes sociais (Facebook), softwares livres (Linux), enciclopédias colaborativas (Wikipedia), entre vários outros, convidando o internauta a se tornar protagonista e não mais coadjuvante do conteúdo da net.

quirkyInspirado na Web 2.0, surgiu nos EUA a Quirky, com o objetivo de ser uma rede social de criação de produtos. O conceito é simples: basta ter uma ideia interessante, enviá-la para o site e, se ela for boa o bastante, será estudada, desenhada, ganhará um novo nome, uma logomarca e será colocada à venda no mercado.

A diferença do processo tradicional de desenvolvimento de produtos é que tudo acontece online e com a ajuda e colaboração de milhares de internautas. Além disso, possibilita que qualquer pessoa possa colocar em prática suas ideias sem ter que formalmente apresentá-las a uma grande empresa.

O processo da Quirky inicia com a geração e envio das ideias de produtos pelo valor de US$ 99,00. Elas ficam disponíveis por um determinado tempo no site, quando é possível adicionar comentários ou votar nas melhores. Para a escolha da vencedora, leva-se em conta a votação dos internautas e a opinião da equipe da Quirky, com o objetivo de se oferecer um produto com boas chances de gerar vendas e ser inovador no mercado.

quirky_processApós esta etapa, o produto entra oficialmente no processo de desenvolvimento, devendo passar por algumas etapas: avaliação do produto, pesquisa, desenho industrial, nome, tagline (assinatura) e logo. Todas elas são colaborativas, sendo possível deixar sua opinião ou sugerir alterações.

Quando o produto fica pronto, entra automaticamente na fase de pré-vendas, devendo atingir uma determinada quantidade estabelecida para poder ser vendido. Ou seja, as pessoas têm que demonstrar interesse nele (colocando seus dados e número do cartão de crédito) para que efetivamente seja produzido e chegue nas prateleiras das lojas.

Uma vez que as vendas começam a acontecer, os idealizadores do produto recebem 30% de tudo que é vendido pelo site e 10% do que é vendido no varejo. Não somente quem deu a ideia inicial recebe, mas todos os que colaboraram durante o processo.

Em suma, a Quirky, com este novo método, conseguiu democratizar o desenvolvimento de novos produtos, dando voz a milhares de pessoas com ideias inovadoras. O sistema é bastante interessante porque permite que todos ganhem: Quirky, idealizadores, desenvolvedores e colaboradores. Além disso, a empresa utiliza de forma inteligente a internet para estudar o novo produto, pesquisá-lo, refiná-lo e também garantir que seja vendida uma quantidade mínima. Portanto, nada é feito ao acaso, minimizando o risco de um possível fracasso.

Agora só falta ter uma nova ideia: que tal colocá-la em prática?

Veja a entrevista do fundador da Quirky (que tem 23 anos!) na Fox Business:

Confira alguns dos novos produtos da Quirky:

1) Mug Stir – colher que fica pendurada

mug_stir1mug_stir22) Pen Zen – Organizador de canetas

pen_zen3) Scratch & Scroll Mousepad – Mousepad no qual se pode escrever

scratch_scroll

Como é que se fala mesmo?

Por Antonio Pedro, 22 de setembro de 2009 0:48

forvoSabe aquela palavra que você sempre quis saber como se pronuncia e não tinha para quem perguntar? O site Forvo teve a brilhante idéia de usar o princípio de Web 2.0 e deixar por cargo dos milhares de internautas gravarem suas versões para todo o tipo de palavra existente.

Como o próprio slogan do site diz: “All the words in the world. Pronounced.” (”Todas as palavras do mundo. Pronunciadas.”). Ou seja, diga adeus àquela dúvida de como se diz Saskatchewan (estado canadense) ou Charaktereigenschaften (caráter, em alemão – acredite, é isso mesmo!). O melhor é poder ouvir a tudo dito por pessoas nativas na língua, inclusive por diferentes sotaques.

A busca no site não é das mais amigáveis, já que, diferente do Google, não aparecem sugestões próximas ao que você pesquisou. Ou seja, só aparecerão palavras que sejam exatamente iguais às procuradas. Além disso, existem ainda poucas categorias (alimentos, cinema, geografia, entre outras) e que são classificadas por ordem alfabética, por data ou por popularidade. Dentro de cada uma delas, não há uma subdivisão por línguas ou sub-segmentos, o que dificulta a busca.

De qualquer maneira, o site é muito útil para qualquer pessoa, estudante de línguas ou não. Agora já posso falar Εγώ δεν καταλαβαίνω direito! (se for curioso, procure esta frase no Forvo e, se for mais curioso ainda, cole esta frase no tradutor do Google)

Cuidado! Seu cliente pode reclamar para milhões de pessoas

Por Antonio Pedro, 7 de setembro de 2009 0:54

taylor_guitarsExiste uma regra clássica em administração que diz que um cliente satisfeito conta sua experiência para três pessoas em média e, por outro lado, um insatisfeito conta para dez, mais ou menos. E se fosse possível atingir 5 milhões de pessoas?

Foi exatamente o que conseguiu Dave Carroll, músico canadense, após ter uma experiência bastante frustrante com a United Airlines. No ano passado, ele havia viajado para os EUA para fazer uma turnê de uma semana quando teve seu violão quebrado pelos funcionários da companhia aérea num dos aeroportos que havia feito escala.

Dave tentou, por meses a fio, conseguir um reembolso da United pelo prejuízo que eles haviam lhe causado, sem obter sucesso. Seu violão, um Taylor (marca renomada e usada por diversos artistas, como Meredith Brooks, Foo Fighters e Dave Matthews), não era um objeto sem valor comercial ou que poderia ser manipulado de forma descuidada, custando em torno de U$ 3.500 no mercado.

Dave_Carroll_1

Dave Carroll

Depois de ter tomado uma canseira do serviço de atendimento da United, que foi categórica ao dizer que não poderia fazer absolutamente nada pelo problema que ocorreu, Dave decidiu protestar de uma maneira inteligente e bem-humorada. Comunicou a companhia aérea que iria fazer uma trilogia de músicas sobre o tema, colocando-as no You Tube. O objetivo do músico era atingir um milhão de exibições em um ano.

United_Breaks_GuitarsEm julho de 2009, o primeiro vídeo foi colocado no ar com o nome sugestivo de “United Breaks Guitars” (A United Quebra Violões). Apenas três meses depois, já alcançou mais de cinco milhões de exibições e 22 mil comentários, correndo o mundo inteiro. O segundo vídeo, colocado há apenas duas semanas (no dia 17 de agosto), já atingiu mais de 300 mil exibições.

O total descuido e despreparo da United custaram extremamente caro. O que poderia ter sido um episódio facilmente resolvido, acabou se tornando um pesadelo, atingindo uma magnitude gigantesca, totalmente impensável tempos atrás. Nos dias de hoje, a internet se tornou uma arma ao alcance de todos, podendo causar graves prejuízos na imagem de grandes empresas, antes protegidas pelas muralhas de seus serviços de atendimento ao consumidor.

Portanto, aquela velha máxima de administração já não é verdade. Ou as empresas mudam e começam a cuidar de seus clientes ou eles vão contar não para dez, mas para dez milhões de pessoas.

Confira os vídeos das músicas:

Vídeo 1 – United Breaks Guitars

Vídeo 2 – United Breaks Guitars

50 sacadas de marketing

Por Antonio Pedro, 4 de maio de 2009 1:38

A revista norte-americana Advertising Age publicou no seu site um ranking com as Top 50 marcas de 2008 dos EUA. Na lista, estão diversas iniciativas que geraram vendas e ganhos de market share.

Algumas delas:

- Iphone 3G da Apple – dispensa comentários

iphone3g

- Maiô LZR Racer da Speedo – o que gerou as quebras de recordes em Pequim

lzrracer

- Touchsmart da HP – computador com tecnologia para toque na tela

hp_touchsmart

É claro que a maioria dos Top 50 são de produtos americanos e que não tem muita expressão fora dos EUA. Na lista pode-se ler sobre os novos menus do Taco Bell, o café do Dunkin Donnuts (que, sinceramente, só poderia fazer sucesso nos EUA… quem se imaginaria comprando um café de uma marca de donnuts?), a nova campanha dos playoffs da NBA ou os novos produtos para dieta do programa de TV “O grande perdedor” (The biggest Loser).

De qualquer forma, vale a pena conferir.

Paródia dos logos corporativos após a crise

Por Antonio Pedro, 15 de janeiro de 2009 21:55

Pela Internet tem circulado um email com mudanças nos logos das corporações após a crise de 2008. Alguns são bastante engraçados, vejam abaixo:

3m
LG
Apple
goodyear
dowjones
cisco
citigroup
chrysler
ford
ferrari
bestbuy

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